(Image: https://i.ytimg.com/vi/wlNff2DZi7s/hq720_2.jpg)A baixa libido, também chamada de desejo sexual reduzido, é uma queixa constante entre mulheres e homens. Ela podes mostrar-se em diferentes fases da existência e ter várias causas: estresse, depressão, ansiedade, conflitos no relacionamento, aflição no decorrer da relação, efeitos colaterais de remédios, transformações hormonais, doenças crônicas, privação de sono, menopausa, pós-parto, envelhecimento e experiências negativas relacionadas à sexualidade. Portanto, o tratamento hormonal não precisa ser considerado automaticamente a primeira ou a única solução.
No momento em que existe suspeita de deficiência hormonal ou de uma situação que possa se auxiliar de hormônios, a avaliação tem que ser feita por um profissional habilitado a investigar, diagnosticar, prescrever e seguir esse tipo de tratamento. No Brasil, os principais especialistas envolvidos são endocrinologistas, ginecologistas, urologistas e médicos com formação em medicina sexual. Em diversos casos, psicólogos, psiquiatras, fisioterapeutas pélvicos e terapeutas sexuais bem como participam do cuidado, a despeito de não prescrevam hormônios.
Endocrinologista
O endocrinologista é o médico especializado no funcionamento dos hormônios e das glândulas do organismo. Ele poderá investigar transformações pela tireoide, hipófise, adrenais, ovários e testículos, e também avaliar circunstâncias como hipogonadismo, menopausa, síndrome dos ovários policísticos, hiperprolactinemia e algumas condições capazes de influenciar a vontade sexual.
(Image: https://i.ytimg.com/vi/_ho7VMkde9s/hq720_2.jpg)Em homens, o endocrinologista poderá participar da investigação de níveis persistentemente baixos de testosterona quando há sintomas compatíveis, como diminuição da libido, cansaço, redução de massa magra e transformações de ereção. No entanto, uma única dosagem baixa de testosterona não confirma, sozinha, a inevitabilidade de reposição. Normalmente é necessário reiterar o check-up em condições adequadas, preferencialmente pela manhã, avaliar a testosterona total e, em ocorrências específicas, a testosterona livre ou calculada, e também investigar outras causas.
Em mulheres, o endocrinologista pode avaliar modificações hormonais associadas a doenças endócrinas e falar tratamentos quando há indicação clínica. A prescrição de testosterona para mulheres, por exemplo, é uma questão suficiente específica e não precisa ser usada de forma generalizada para qualquer queixa da vontade sexual. A indicação depende da história clínica, da avaliação individual e da consideração de riscos e alternativas.
Ginecologista
O ginecologista é um dos profissionais mais procurados por mulheres com diminuição da libido. Ele pode investigar sintomas relacionados à menopausa, perimenopausa, pós-parto, amamentação, contraceptivos, endometriose, infecções, angústia pélvica, ressecamento vaginal e transformações pela resposta sexual.
Ao longo da menopausa, a queda do estrogênio poderá causar ressecamento, ardor e dor ao longo da penetração. Esses sintomas são capazes de apagar o desejo de modo indireto, porque a conexão passa a ser associada ao incômodo. Nesses casos, o tratamento poderá envolver hidratantes vaginais, lubrificantes, estrogênio vaginal em baixa dose ou novas opções locais, conforme a avaliação médica. A terapia hormonal da menopausa, no momento em que indicada, costuma ter como intuito principal tratar sintomas climatéricos e aprimorar a peculiaridade de existência, não simplesmente acrescentar a libido.
Várias mulheres podem ser avaliadas para emprego de testosterona em situações extremamente específicas, especialmente no momento em que existe transtorno do desejo sexual hipoativo filiado à menopausa e depois da exclusão de outras causas. A dose e a formulação devem ser cuidadosamente controladas. Produtos manipulados, implantes hormonais e doses elevadas são capazes de causar efeitos como acne, acréscimo de pelos, queda de cabelo, transformações da voz, aumento do clitóris, transformações no colesterol e alterações no fígado. A voz mais crítico e outras modificações genitais podem ser irreversíveis.
Urologista
O urologista atende homens com queixas de libido reduzida, contrariedade de ereção, ejaculação alterada, infertilidade e sintomas urinários. Ele pode investigar testosterona baixa, doenças da próstata, obesidade, diabetes, hipertensão arterial, distúrbios vasculares e efeitos de medicamentos.
A terapia de reposição de testosterona apenas é indicada no momento em que há sintomas compatíveis e confirmação laboratorial de níveis baixos em considerações apropriadas. O médico assim como precisa investigar a causa do problema e falar os possíveis efeitos sobre isso fertilidade, próstata, sangue, sistema cardiovascular e apneia do sono. A testosterona exógena podes reduzir a produção de espermatozoides e, assim, geralmente não é a seleção adequada para homens que desejam ter filhos no curto período.
Antes e ao longo do tratamento, o urologista poderá avaliar o antígeno prostático específico, o check-up físico, o hemograma, a pressão nas artérias e outros parâmetros, segundo a idade e os fatores de traço. O acompanhamento é indispensável: dar início hormônios sem controle e prosseguir utilizando-os sem exames periódicos poderá mascarar doenças ou causar complicações.
Médico com atuação em medicina sexual
A medicina sexual é uma área interdisciplinar que avalia desejo, excitação, orgasmo, dor, ereção, ejaculação e os estilos emocionais e relacionais da sexualidade. No Brasil, há médicos de diferentes especialidades com geração complementar nesta área, incluindo ginecologistas, urologistas, psiquiatras e endocrinologistas.
Um médico com experiência em medicina sexual pode ajudar a diferenciar uma modificação hormonal de algumas causas de baixa libido. Diversas pessoas apresentam desejo reduzido porque depressão, aflição, trauma, conflitos conjugais, aflição, inexistência de privacidade, sobrecarga de trabalho ou emprego de remédios. Nesses casos, simplesmente acrescentar um hormônio podes não definir o problema e ainda atrasar o tratamento preciso.
É relevante investigar a criação do profissional, tua especialidade registrada e sua experiência em sexualidade humana. O título de “especialista em libido”, por si só, não garante qualificação médica. O paciente pode consultar o registro do profissional no Conselho Regional de Medicina e buscar infos sobre o assunto sua especialidade, moradia, certificações e vínculo com corporações reconhecidas.
Profissionais que complementam a avaliação
O psicólogo podes avaliar fatores emocionais, comportamentais e relacionais relacionados à baixa libido. A psicoterapia, essencialmente abordagens baseadas em evidências, poderá acudir em casos de angústia, depressão, baixa autoestima, trauma, problemas de intercomunicação e conflitos no relacionamento. O psicólogo não prescreve hormônios, todavia pode trabalhar em conjunto com o médico.
O psiquiatra podes diagnosticar e tratar depressão, transtornos de angústia, transtorno bipolar e novas condições que afetam a vontade sexual. Assim como podes revisar medicamentos que provavelmente estejam reduzindo a libido. Antidepressivos e outros medicamentos podem influenciar a resposta sexual, no entanto não precisam ser suspensos por conta própria. O médico pode ajustar a dose, trocar a medicação ou debater estratégias escolhas.
O terapeuta sexual, que poderá ser psicólogo, médico ou outro profissional com criação específica, trabalha diretamente com problemas relacionadas ao desejo, à excitação, à comunicação e às práticas sexuais. Já o fisioterapeuta pélvico podes ser útil em ocorrências de dor, vaginismo, incontinência, mudanças do assoalho pélvico e recuperação após parto ou cirurgia.
O cuidado sublime muitas vezes é multiprofissional. Um ginecologista ou urologista poderá cuidar aflição ou sintomas físicos; um endocrinologista poderá investigar hormônios; um psicólogo ou terapeuta sexual poderá cuidar de aspectos emocionais e relacionais. A união depende da razão e das necessidades de cada pessoa.
Como é feita a avaliação antes de apresentar hormônios?
A consulta costuma começar com uma discussão detalhada. O profissional poderá perguntar no momento em que a redução do desejo começou, se foi súbita ou gradual, se acontece em todas as circunstâncias ou somente com determinado parceiro, se existe angústia, se há transformações de ereção ou lubrificação, Como escolher suplementos naturais para melhorar a libido que atuem diretamente no equilíbrio hormonal? (clique aqui para info) está o humor, quais remédios são usados e como estão o sono, o estresse e a saúde do relacionamento.
Assim como é considerável informar histórico de câncer de mama ou próstata, trombose, doença cardiovascular, doença hepática, apneia do sono, transformações de colesterol, sangramentos inexplicados, dificuldades de fertilidade e vontade de engravidar. Essas informações ajudam a distinguir contraindicações e a escolher exames.
Exames laboratoriais não precisam ser solicitados de maneira indiscriminada. Eles variam conforme a idade, o sexo, os sintomas e a conjectura diagnóstica. Podem adicionar testosterona, estradiol em ocorrências selecionadas, hormônio luteinizante, hormônio folículo-estimulante, prolactina, TSH, glicemia, perfil lipídico, hemograma e função hepática. O consequência necessita ser entendido próximo com os sintomas e o check-up clínico.
Baixa libido sem desgosto significativo ou sem impacto negativo pela existência da pessoa não é sempre que representa uma doença. O desejo sexual também varia naturalmente no decorrer da vida. O propósito da consulta é aprender se existe um problema que a pessoa deseja tratar, e não fixar um modelo de periodicidade sexual.
Quais tratamentos hormonais conseguem ser considerados?
O tratamento depende da razão. Em estabelecidas mulheres na menopausa, a terapia hormonal com estrogênio e, no momento em que vital, progestagênio podes aliviar sintomas vasomotores e geniturinários. Em outros casos, tratamentos locais podem ser suficientes. A escolha deve considerar idade, tempo desde a menopausa, sintomas, riscos individuais e preferências da paciente.
Em homens com hipogonadismo confirmado, a reposição de testosterona pode ser declarada depois de investigação da razão e conversa dos privilégios e riscos. Ela não precisa ser usada apenas para melhorar funcionamento, combater o envelhecimento normal ou acrescentar a libido quando os níveis hormonais são normais.
Pra novas mulheres, a testosterona em dose fisiológica poderá ser discutida em situações específicas. A indicação, a formulação e a duração do tratamento devem seguir critérios médicos. Cremes, géis, adesivos ou outras maneiras são capazes de ter diferenças de absorção e de controle de dose. A automedicação com testosterona, “chips”, implantes ou fórmulas comercializadas na internet é essencialmente arriscada.
Medicamentos hormonais não são afrodisíacos universais. Inclusive até quando existe deficiência, a melhora do desejo pode ser parcial. O tratamento precisa ser reavaliado depois de um momento acordado, com supervisionamento de efeitos adversos e interrupção se não houver benefício significativo.
Onde encontrar estes profissionais no Brasil?
Uma opção é buscar uma Unidade Básica de Saúde, clínica da família ou equipe de saúde da família do Sistema Único de Saúde (SUS). O clínico geral ou médico de família pode fazer a avaliação inicial, pedir exames quando apropriado e encaminhar pra endocrinologia, ginecologia, urologia, psicologia ou psiquiatria. A disponibilidade de especialistas varia conforme o município e a rede local.
Hospitais universitários, ambulatórios de especialidades, centros de fonte em saúde da mulher, serviços de urologia e clínicas-escola de universidades bem como podem oferecer atendimento. Alguns possuem ambulatórios de climatério, reprodução humana, disfunções sexuais ou medicina sexual. Informações podem ser obtidas pela Secretaria Municipal ou Estadual de Saúde, pela unidade básica de referência e nos canais oficiais do hospital.
No atendimento particular, é possível procurar profissionais nos web sites das sociedades médicas e consultar o número de registro no Conselho Regional de Medicina. A Nação Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia e a Nação Brasileira de Urologia disponibilizam informações institucionais e, em alguns casos, ferramentas de pesquisa ou orientações para encontrar especialistas. A População Brasileira de Medicina Sexual bem como podes ser uma referência pra descobrir profissionais com geração pela área.
Clínicas de saúde sexual e centros de atendimento à menopausa são capazes de reunir diferentes especialidades. Antes de marcar a consulta, vale perguntar se o profissional realiza investigação completa, se acompanha exames, se discute tratamentos não hormonais e se impede perspectivas de resultados garantidos.
A telemedicina pode simplificar o acesso, especialmente para pessoas que moram longe de centros especializados. Ainda deste jeito, é preciso afirmar se o atendimento é realizado por médico regularmente inscrito no CRM, se a plataforma protege as informações pessoais e se haverá perpetuidade do acompanhamento. Em várias circunstâncias, como check-up físico obrigatório, dor primordial, sangramento, modificações mamárias ou sintomas urinários, a consulta presencial poderá ser indispensável.
Como identificar uma recomendação segura?
Um profissional responsável explica a possível causa da baixa libido, solicita somente exames pertinentes, retrata benefícios e riscos, considera tratamentos não hormonais e define um plano de acompanhamento. Ele também respeita a independência do paciente e não promete “rejuvenescer”, “aumentar a libido em poucos dias” ou solucionar todos os problemas sexuais com uma única substância.
É prudente desconfiar de anúncios que vendem hormônios sem consulta, oferecem implantes com constituição insuficiente clara, prometem resultados garantidos ou sugerem que todos necessitam manter níveis hormonais acima do normal. Assim como é arriscado obter testosterona, estrogênio ou outros produtos em websites não autorizados, usar medicamentos de outra pessoa ou acompanhar protocolos divulgados em mídias sociais.
Procure atendimento mais rápido se a baixa libido vier acompanhada de sangramento vaginal inexplicado, dor intensa, lesões genitais, secreção anormal, perda de calorias sem circunstância, modificações respeitáveis de humor, sintomas neurológicos, angústia no peito, falta de ar ou mudanças súbitas pela função sexual. Esses sinais são capazes de reivindicar investigação prioritária.
Em resumo, endocrinologistas, ginecologistas, urologistas e médicos com criação em medicina sexual são os profissionais que são capazes de avaliar e, no momento em que houver indicação, prescrever tratamentos hormonais. Psicólogos, psiquiatras, terapeutas sexuais e fisioterapeutas pélvicos conseguem complementar o cuidado. A melhor porta de entrada podes ser a Unidade Básica de Saúde, um médico de família ou um especialista encontrado por meio de sociedades médicas, hospitais universitários e clínicas reconhecidas. O mais essencial é procurar uma avaliação individualizada, baseada em evidências e com acompanhamento contínuo, em vez de dar início hormônios por conta própria.
